M by M0 (M): Vale a Pena? Análise

Atualizado em 9 de abril de 2026 • Leitura: 18 min

M by M0 (M): Guia Completo da Plataforma Universal de Stablecoins em 2026

O mercado de stablecoins ultrapassou US$ 200 bilhões em capitalização total, mas a fragmentação entre diferentes emissores, blockchains e padrões de reserva continua sendo um dos maiores problemas do setor. O protocolo M by M0 surgiu para resolver exatamente isso: criar uma camada middleware universal que permite a qualquer desenvolvedor ou empresa criar sua própria stablecoin customizada, compartilhando a mesma base de liquidez e reservas auditadas.

Neste guia completo, vamos explorar em profundidade como o protocolo M0 funciona, por que ele é considerado o “bloco de construção” das stablecoins, como a separação entre custódia de reservas e lógica do token revoluciona o setor, e o que esperar do token M nos próximos meses e anos. Se você está buscando entender uma das inovações mais promissoras do ecossistema cripto, este artigo é para você.

Resumo do Projeto M by M0 (M)
NomeM by M0 (M)
CategoriaMiddleware / Plataforma de Stablecoins
BlockchainEthereum (mainnet) + Solana (via Wormhole)
SedeSuíça
Funding Total+US$ 100 milhões (Série B: US$ 40M)
InvestidoresPolychain Capital, Ribbit Capital e outros
Supply em Circulação+US$ 300 milhões (crescimento de 215%)
Lançamento MainnetMeados de 2024 (Ethereum)
ConcorrentesUSDC (Circle), USDT (Tether), DAI (MakerDAO), FRAX
Benchmark BTCBTC ≈ US$ 83.000 na data desta publicação
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1. O Que É o M by M0 e Por Que Ele Importa?

O M by M0 é um protocolo descentralizado que funciona como uma plataforma universal — ou middleware — para a criação, emissão e gerenciamento de stablecoins. Em vez de competir diretamente com USDC ou USDT, o M0 oferece a infraestrutura subjacente que permite a qualquer empresa, fintech ou desenvolvedor criar sua própria stablecoin personalizada, mantendo a interoperabilidade e a liquidez compartilhada com todo o ecossistema.

Pense no M0 como o “Android das stablecoins”: uma camada aberta onde múltiplas marcas podem construir seus próprios produtos, todos rodando sobre a mesma base sólida. Isso elimina a necessidade de cada emissor construir do zero toda a infraestrutura de custódia, auditoria, compliance e smart contracts.

A proposta é revolucionária porque resolve três problemas críticos do mercado atual de stablecoins:

  • Fragmentação de liquidez — Cada nova stablecoin precisa construir sua própria liquidez do zero, resultando em spreads altos e baixa eficiência.
  • Centralização de custódia — Stablecoins tradicionais dependem de um único custodiante, criando risco sistêmico.
  • Barreiras de entrada — Criar uma stablecoin compliant e funcional exige milhões em infraestrutura técnica e regulatória.

Com sede na Suíça, o M0 opera sob uma das jurisdições mais favoráveis para projetos cripto, com regulamentação clara e reconhecimento internacional. A escolha estratégica da sede reflete a visão de longo prazo do projeto: construir uma infraestrutura global que seja ao mesmo tempo inovadora e regulamentada.

O protocolo já levantou mais de US$ 100 milhões em financiamento total, incluindo uma Série B de US$ 40 milhões liderada por Polychain Capital e Ribbit Capital — dois dos fundos mais respeitados do setor cripto e fintech, respectivamente. Esse nível de funding coloca o M0 entre os projetos de infraestrutura mais bem capitalizados do mercado.

2. Como Funciona a Arquitetura do Protocolo M0?

A arquitetura do M0 é construída em camadas, cada uma com responsabilidades específicas que se complementam para criar um sistema robusto e flexível. O conceito central é a separação entre a custódia das reservas e a lógica do token, algo que nenhum outro protocolo de stablecoin implementou com sucesso até agora.

Nas stablecoins tradicionais como USDC, a Circle é responsável tanto pela custódia das reservas em dólares quanto pela emissão e gerenciamento do token on-chain. Isso cria um ponto único de falha e limita a inovação, já que qualquer mudança na lógica do token precisa passar pela mesma entidade que guarda o dinheiro.

O M0 quebra essa dependência em três componentes distintos:

Componente Função Exemplo
Camada de ReservasCustódia descentralizada dos ativos colaterais (T-Bills, depósitos bancários)Múltiplos custodiantes independentes
Camada de TokenLógica de emissão, transferência e queima do token MSmart contracts auditados no Ethereum
Camada de ExtensãoPermite criar stablecoins “branded” sobre o M básicoFintech X cria “USD-X” usando M como base

Essa arquitetura modular permite que um banco, uma fintech ou até mesmo um protocolo DeFi crie sua própria stablecoin personalizada — com sua marca, suas regras de compliance e seus recursos adicionais — sem precisar construir a infraestrutura de custódia e auditoria do zero. Todas essas stablecoins “branded” compartilham a mesma base de liquidez do token M.

Os smart contracts do M0 passaram por múltiplas auditorias de segurança e implementam mecanismos de verificação de reservas on-chain, garantindo que cada token M em circulação está sempre 100% lastreado por ativos reais. O sistema de provas de reserva é contínuo e automatizado, diferente das auditorias periódicas usadas por competidores como Tether.

A separação entre custódia e lógica também significa que, se um custodiante tiver problemas, o sistema pode redistribuir as reservas para outros custodiantes sem afetar a funcionalidade do token. Isso cria uma resiliência sistêmica que simplesmente não existe nas stablecoins centralizadas atuais.

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3. O Conceito de “Stablecoin Building Block”

O M0 se autodenomina um “stablecoin building block” — literalmente, um bloco de construção para stablecoins. Esse conceito vai além de ser apenas mais um emissor: o M0 quer ser a infraestrutura padrão sobre a qual toda a indústria de stablecoins é construída.

Para entender a dimensão dessa proposta, considere a analogia com o sistema bancário tradicional: o M0 na economia convencional refere-se à base monetária — o dinheiro mais fundamental emitido pelo banco central, sobre o qual todo o sistema bancário constrói depósitos, empréstimos e derivativos. O protocolo M0 aspira ser exatamente isso para o mundo cripto: a base monetária digital sobre a qual múltiplas camadas de serviços financeiros são construídas.

Na prática, isso funciona da seguinte maneira:

  • Desenvolvedores criam stablecoins branded: Uma fintech brasileira poderia criar o “BRL-Pay” usando M como colateral base. Essa stablecoin herdaria toda a segurança e liquidez do protocolo M0, mas teria sua própria marca e funcionalidades adicionais.
  • Liquidez compartilhada: Todas as stablecoins construídas sobre M compartilham o mesmo pool de liquidez. Isso significa que uma stablecoin recém-criada já nasce com profundidade de mercado, eliminando o problema de “cold start”.
  • Interoperabilidade nativa: Trocar entre diferentes stablecoins M é instantâneo e sem custo adicional, já que todas compartilham a mesma base.
  • Compliance modular: Cada stablecoin branded pode implementar suas próprias regras de KYC/AML sem afetar as outras, permitindo que stablecoins para diferentes jurisdições coexistam no mesmo ecossistema.

Esse modelo é especialmente poderoso para o setor de pagamentos. Imagine uma empresa como o Mercado Pago querendo criar sua própria stablecoin para pagamentos na América Latina. Em vez de investir meses e milhões construindo infraestrutura própria, poderia usar o M0 como base e focar apenas na experiência do usuário e distribuição.

O supply do token M já cresceu 215% desde o lançamento, ultrapassando a marca de US$ 300 milhões. Esse crescimento acelerado demonstra que o mercado está validando a tese do “building block” e que há demanda real por uma infraestrutura modular de stablecoins.

4. Expansão Multi-Chain: Ethereum e Solana

O protocolo M0 lançou sua mainnet no Ethereum em meados de 2024, escolhendo a blockchain mais estabelecida e segura como sua base inicial. A escolha do Ethereum faz sentido estratégico: é onde está a maior parte da liquidez DeFi, os protocolos mais maduros e a infraestrutura institucional mais desenvolvida.

Pouco depois, o M0 expandiu para Solana via Wormhole bridge, reconhecendo que a blockchain de alta performance se tornou o lar de muitos protocolos de pagamentos e trading de alta frequência. A integração via Wormhole — a ponte cross-chain mais utilizada do ecossistema — permite que tokens M se movam de forma fluida entre as duas redes.

Essa estratégia multi-chain é crucial para a visão do M0 como infraestrutura universal. Cada blockchain tem seus pontos fortes e casos de uso específicos:

Característica Ethereum Solana
Velocidade~12 segundos por bloco~400ms por bloco
Taxa médiaUS$ 1-5 (L1)~US$ 0,001
Caso de uso MDeFi institucional, grandes transaçõesPagamentos, micro-transações, trading
TVL DeFi+US$ 60 bilhões+US$ 8 bilhões

A ponte Wormhole permite transferências de M entre Ethereum e Solana com finalidade rápida e segurança garantida por um sistema de guardiões descentralizados. Para desenvolvedores que constroem stablecoins branded sobre M, isso significa que seus tokens podem operar nativamente em ambas as redes sem complexidade adicional.

A equipe do M0 já sinalizou planos para expansão a outras redes como Arbitrum, Optimism e Base — L2s do Ethereum que oferecem taxas baixas mantendo a segurança do Ethereum. Essa expansão gradual e estratégica demonstra maturidade no planejamento de go-to-market e evita a dispersão de esforços que afetou muitos projetos multi-chain.

5. Tokenomics e Mecânica de Rendimento

O token M funciona primariamente como uma stablecoin pareada ao dólar americano, mas sua tokenomics vai muito além de um simples peg 1:1. O sistema de incentivos do M0 é desenhado para alinhar os interesses de todos os participantes do ecossistema: emissores, custodiantes, validadores e usuários finais.

As reservas que lastreiam o token M são investidas em ativos de baixo risco como T-Bills americanos (títulos do Tesouro dos EUA), gerando rendimento. Esse rendimento é distribuído entre os participantes do protocolo de forma transparente e programática através de smart contracts:

  • Emissores: Recebem uma parcela do rendimento proporcional ao volume de stablecoins branded que emitiram sobre M.
  • Custodiantes: São remunerados por manter as reservas seguras e líquidas.
  • Validadores: Participam do processo de verificação de reservas e recebem incentivos por manter a integridade do sistema.
  • Protocolo: Uma parte do rendimento vai para o tesouro do protocolo, financiando desenvolvimento contínuo e segurança.

O crescimento de 215% no supply, que ultrapassou US$ 300 milhões, é um indicador poderoso da adoção do protocolo. Diferente de tokens especulativos onde o crescimento de supply dilui holders, no caso do M cada novo token emitido é 100% lastreado por reservas reais, mantendo o peg estável.

O modelo econômico do M0 é particularmente atraente em cenários de juros altos, quando o rendimento dos T-Bills que lastreiam as reservas é maior. Atualmente, com taxas de juros americanas ainda elevadas, o protocolo consegue distribuir rendimentos competitivos aos participantes, criando um ciclo virtuoso de adoção.

Além do token M em si, o protocolo pode futuramente introduzir um token de governaça separado, permitindo que a comunidade participe das decisões sobre parâmetros do protocolo como taxas, novos custodiantes aprovados e expansão para novas chains. Detalhes sobre esse possível token de governaça ainda não foram formalmente anunciados.

6. Comparação Detalhada com Concorrentes

O mercado de stablecoins é dominado por gigantes como Tether (USDT) e Circle (USDC), mas o M0 ocupa uma posição fundamentalmente diferente. Enquanto USDT e USDC competem como stablecoins finais para o usuário, o M0 compete como infraestrutura para criar stablecoins. Ainda assim, é importante entender como o M se posiciona em relação aos principais players:

Critério M (M0) USDC (Circle) USDT (Tether) DAI (MakerDAO) FRAX
TipoMiddlewareEmissor centralizadoEmissor centralizadoDescentralizadoHíbrido
CustódiaDescentralizada (múltiplos)Centralizada (Circle)Centralizada (Tether)Colateral criptoMisto (AMO)
ExtensibilidadeAlta (branded coins)NenhumaNenhumaMédia (SubDAOs)Média
AuditoriaContínua on-chainMensalTrimestralOn-chain (colateral)On-chain (parcial)
ChainsETH + SOL15+ chains20+ chainsETH + L2sETH + L2s
Market Cap~US$ 300M~US$ 50B+~US$ 140B+~US$ 5B+~US$ 1B+

O diferencial competitivo do M0 não é superar o USDT em market cap — é se tornar a infraestrutura que permite a criação de dezenas ou centenas de stablecoins especializadas que, juntas, podem capturar segmentos de mercado que as stablecoins genéricas não atendem bem.

Por exemplo, uma stablecoin regulamentada para o mercado europeu (MiCA-compliant) poderia ser facilmente construída sobre M, enquanto outra stablecoin para pagamentos instantâneos no Sudeste Asiático rodaria no mesmo ecossistema. A FRAX e a DAI têm alguma extensibilidade, mas nenhuma oferece o nível de personalização e modularidade do M0.

Grupo VIP Financial Move
Luca Prosperi
CEO & Co-fundador
Luca Prosperi é um empreendedor especializado em finanças descentralizadas (DeFi) e infraestrutura de stablecoins. Antes de fundar a M0 Foundation, trabalhou em projetos inovadores no setor de criptomoedas, com foco em criar soluções escaláveis para moedas digitais estáveis. Ele lidera a visão estratégica de posicionar o M0 como infraestrutura universal de stablecoins.
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Guilherme Machado
CTO & Co-fundador
Guilherme Machado é um tecnólogo com vasta experiência em desenvolvimento de software e sistemas distribuídos. Liderou projetos de tecnologia blockchain antes de ingressar na M0 Foundation, onde é responsável pela arquitetura técnica do protocolo e integração multi-chain.

7. Financiamento e Investidores Estratégicos

O M0 acumulou mais de US$ 100 milhões em financiamento total através de múltiplas rodadas, com destaque para a Série B de US$ 40 milhões. Os investidores líderes revelam muito sobre o posicionamento estratégico do projeto:

Polychain Capital é um dos fundos de venture capital mais influentes do ecossistema cripto, conhecido por apostar cedo em projetos de infraestrutura que se tornaram pilares do setor. Ter o Polychain como investidor líder sinaliza que o mercado institucional cripto acredita na tese do M0 como infraestrutura fundamental.

Ribbit Capital é igualmente significativo, mas por uma razão diferente: é um fundo focado em fintech que investiu em empresas como Robinhood, Revolut e Nubank. A presença do Ribbit indica que o M0 é visto não apenas como um projeto cripto, mas como infraestrutura financeira de próxima geração com potencial para ser adotada por fintechs tradicionais.

O volume total de US$ 100M+ em funding coloca o M0 no top tier de projetos de infraestrutura de stablecoins. Para referência, a Circle levantou mais de US$ 900 milhões antes de abrir capital, enquanto a maioria dos competidores descentralizados opera com muito menos capital. O M0 está bem posicionado entre esses dois extremos: capitalizado o suficiente para executar sua visão de longo prazo, mas ainda com muito espaço para crescer.

Os fundos serão utilizados principalmente para: expansão da equipe de engenharia, auditorias de segurança contínuas, integrações com novas blockchains, parcerias estratégicas com fintechs e bancos, e operações regulatórias em múltiplas jurisdições.

8. Casos de Uso e Adoção Real

Além da teoria, o protocolo M0 já está sendo utilizado em cenários reais que demonstram a viabilidade do modelo de middleware para stablecoins. Os principais casos de uso incluem:

Pagamentos Cross-Border: Empresas de remêssa internacional podem criar stablecoins específicas para corredores de pagamento (ex: EUA-Brasil, Europa-África). Cada stablecoin pode ter compliance específico para as jurisdições envolvidas, mantendo a liquidez compartilhada do ecossistema M.

DeFi Institucional: Protocolos DeFi que precisam de stablecoins com características específicas (como KYC integrado ou limites de transação) podem criar versões customizadas sobre M sem sacrificar a liquidez. Isso é especialmente relevante para protocolos que querem atrair capital institucional regulamentado.

White-Label para Fintechs: Fintechs e neobanks podem oferecer stablecoins com sua própria marca aos clientes, usando M como infraestrutura de backend. Isso permite que empresas como apps de pagamento entrem no mundo cripto sem a complexidade de gerenciar reservas e compliance próprios.

Tesouraria Corporativa: Empresas que mantêm reservas em dólares podem usar M como veículo de rendimento, aproveitando os yields gerados pelas reservas em T-Bills. A transparência on-chain das reservas facilita a auditoria e o compliance corporativo.

O crescimento acelerado do supply para mais de US$ 300 milhões indica que esses casos de uso estão gerando tração real. A diversidade de aplicações demonstra a versatilidade do modelo de middleware, que pode atender desde microtransações até movimentações institucionais de grande porte.

9. Riscos e Desafios do Protocolo M0

Apesar do potencial significativo, investir ou utilizar o protocolo M0 envolve riscos que devem ser cuidadosamente avaliados. A transparência sobre esses riscos é fundamental para uma decisão informada:

Risco Regulatório: O mercado global de stablecoins está passando por uma onda de regulamentação. A MiCA na Europa, propostas legislativas nos EUA e regras em mercados asiáticos podem impactar a operação do M0. A sede na Suíça oferece alguma proteção, mas não é imunidade total. Mudanças regulatórias inesperadas podem exigir adaptações significativas na arquitetura ou nas operações do protocolo.

Risco de Smart Contract: Como qualquer protocolo DeFi, o M0 depende de smart contracts que podem conter vulnerabilidades. Embora múltiplas auditorias tenham sido realizadas, a história do DeFi mostra que até códigos auditados podem ser explorados. A complexidade adicional da arquitetura em camadas do M0 aumenta a superfície de ataque potencial.

Risco de Bridge: A dependência do Wormhole para operações cross-chain introduz risco adicional. Pontes cross-chain foram alvo de alguns dos maiores hacks da história cripto. Embora o Wormhole tenha melhorado significativamente sua segurança após seu próprio incidente em 2022, o risco não é zero.

Risco Competitivo: Gigantes como Circle e Tether poderiam implementar funcionalidades similares de middleware. A Circle já possui o CCTP (Cross-Chain Transfer Protocol) que oferece alguma interoperabilidade. Se um player estabelecido decidir oferecer extensibilidade similar ao M0, a vantagem competitiva do protocolo poderia ser erodida.

Risco de Adoção: O modelo de middleware só funciona se houver demanda suficiente por stablecoins customizadas. Embora o crescimento de 215% seja promissor, o mercado ainda precisa provar que o modelo de stablecoins branded tem product-market fit de longo prazo.

10. Perspectivas e Previsões para o Token M

As perspectivas para o protocolo M0 e o token M são influenciadas por múltiplos fatores macro e micro que convergem para um cenário potencialmente favorável:

Crescimento do mercado de stablecoins: O mercado total de stablecoins deve ultrapassar US$ 500 bilhões nos próximos anos, impulsionado pela adoção institucional, regulamentação mais clara e expansão para pagamentos do dia a dia. Como infraestrutura, o M0 pode capturar uma fatia desse crescimento através de múltiplos emissores construídos sobre o protocolo.

Regulamentação como catalisador: Paradoxalmente, regulamentações mais rigorosas para stablecoins podem beneficiar o M0. Quanto mais complexo for o compliance necessário para emitir uma stablecoin, maior o valor de uma infraestrutura que simplifica esse processo. A MiCA na Europa, por exemplo, exige requisitos que são muito mais fáceis de atender usando uma plataforma como o M0 do que construindo do zero.

Expansão multi-chain: A adição de novas chains como Arbitrum, Optimism e Base pode multiplicar a adoção do protocolo, alcançando novos ecossistemas DeFi e novas bases de usuários.

Parcerias estratégicas: Com o backing de investidores como Ribbit Capital (que tem portfólio em grandes fintechs), o M0 tem acesso a um pipeline de potenciais clientes corporativos. Se uma grande fintech adotar o M0 para criar sua stablecoin branded, o efeito multiplicador na adoção seria enorme.

O token M, sendo uma stablecoin, não oferece valorização de preço direta como tokens especulativos. No entanto, o crescimento do ecossistema M0 pode levar à introdução de um token de governaça ou equity token que capture o valor criado pela plataforma. Para investidores, o M0 representa uma aposta na infraestrutura do futuro das stablecoins — uma posição potencialmente mais estratégica do que apostar em uma única stablecoin.

Nota: Este artigo não constitui conselho financeiro. O benchmark de BTC na data desta publicação é de aproximadamente US$ 83.000. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões de investimento.

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M-TOKEN Vale a Pena Investir? Cenários 2025–2026

Cenário Preço Alvo Tese
🟢 BullishUS$ 3,000 – US$ 5,000Adoção acelerada, expansão do ecossistema e catalisadores de mercado favoráveis impulsionam valorização expressiva.
🟡 BaseUS$ 1,500 – US$ 2,500Crescimento moderado alinhado ao mercado cripto, com manutenção dos fundamentos e entregas graduais do roadmap.
🔴 BearUS$ 0,2500 – US$ 0,5000Contexto macro adverso, atrasos no roadmap ou pressão vendedora prolongada limitam o desempenho do token.

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Perguntas Frequentes (FAQ)

O que é o M by M0?

O M by M0 é um protocolo middleware de stablecoins baseado na Suíça que permite a qualquer desenvolvedor ou empresa criar stablecoins customizadas (branded) compartilhando a mesma base de liquidez e reservas auditadas. Funciona como um “bloco de construção” universal para stablecoins.

Como o M0 é diferente do USDC e USDT?

Enquanto USDC e USDT são stablecoins finais emitidas por empresas centralizadas, o M0 é uma infraestrutura que permite criar múltiplas stablecoins. A principal inovação é a separação entre custódia de reservas e lógica do token, além da liquidez compartilhada entre todas as stablecoins do ecossistema.

Em quais blockchains o M está disponível?

O token M foi lançado inicialmente no Ethereum mainnet em meados de 2024 e expandiu para Solana via ponte Wormhole. A equipe planeja expansão para L2s como Arbitrum, Optimism e Base.

Quem investiu no M0?

O M0 levantou mais de US$ 100 milhões em financiamento total, com Série B de US$ 40 milhões liderada pela Polychain Capital e Ribbit Capital — dois dos fundos mais respeitados nos setores cripto e fintech.

O token M é um bom investimento?

O token M é primariamente uma stablecoin pareada ao dólar, portanto não oferece valorização especulativa direta. O valor está no ecossistema M0 como um todo e na possibilidade de um futuro token de governança. Como stablecoin, oferece rendimento através das reservas em T-Bills. Este artigo não constitui conselho financeiro — faça sua própria pesquisa.

Qual foi o crescimento do supply de M?

O supply do token M cresceu 215% desde o lançamento, ultrapassando a marca de US$ 300 milhões em circulação. Esse crescimento reflete a adoção crescente do protocolo como infraestrutura para stablecoins customizadas.

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O que é o M by M0?

O M by M0 é um protocolo middleware de stablecoins baseado na Suíça que permite a qualquer desenvolvedor ou empresa criar stablecoins customizadas (branded) compartilhando a mesma base de liquidez e reservas auditadas. Funciona como um “bloco de construção” universal para stablecoins.

Como o M0 é diferente do USDC e USDT?

Enquanto USDC e USDT são stablecoins finais emitidas por empresas centralizadas, o M0 é uma infraestrutura que permite criar múltiplas stablecoins. A principal inovação é a separação entre custódia de reservas e lógica do token, além da liquidez compartilhada.

Em quais blockchains o M está disponível?

O token M foi lançado no Ethereum mainnet em meados de 2024 e expandiu para Solana via ponte Wormhole. A equipe planeja expansão para L2s como Arbitrum, Optimism e Base.

Quem investiu no M0?

O M0 levantou mais de US$ 100 milhões em financiamento total, com Série B de US$ 40 milhões liderada pela Polychain Capital e Ribbit Capital.

O token M é um bom investimento?

O token M é primariamente uma stablecoin pareada ao dólar e não oferece valorização especulativa direta. O valor está no ecossistema M0. Este artigo não constitui conselho financeiro.

Qual foi o crescimento do supply de M?

O supply do token M cresceu 215% desde o lançamento, ultrapassando US$ 300 milhões em circulação.

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