The Graph (GRT): Vale a Pena? Análise Completa

The Graph GRT
US$ 0,025065 ▲ +1,76% 24h
Market CapUS$ 270,8 mi
Vol 24hUS$ 10,5 mi

O The Graph (GRT) é a camada de dados que sustenta a Web3 — um protocolo descentralizado de indexação que organiza e disponibiliza informações de blockchain para milhares de aplicações descentralizadas. Frequentemente chamado de "Google das blockchains", o The Graph permite que desenvolvedores consultem dados on-chain de forma rápida e eficiente, sem precisar operar infraestrutura própria. Com mais de 70.000 projetos utilizando o protocolo, 1,23 trilhão de queries servidas e suporte a mais de 15 chains — incluindo Ethereum, Solana, Arbitrum e Base — o GRT se consolidou como infraestrutura essencial do ecossistema cripto. Em 2025, a integração com Chainlink CCIP trouxe interoperabilidade cross-chain, enquanto o lançamento da Token API e dos serviços de inferência AI posicionam o projeto na vanguarda da convergência Web3 + inteligência artificial.

Nesta análise fundamentalista completa, eu, Tasso Lago, CEO e fundador da Financial Move — a maior escola cripto da América Latina — vou detalhar como funciona o The Graph, seu modelo de subgraphs e indexação descentralizada, tokenomics, ecossistema, riscos e se vale a pena investir em GRT.

Resumo — The Graph (GRT)
FundadoresYaniv Tal, Brandon Ramirez, Jannis Pohlmann
Lançamento2018 (fundação) / Dezembro 2020 (mainnet)
Token NativoGRT (ERC-20)
MecanismoProof of Stake (Indexing + Curation + Delegation)
Supply MáximoSem cap (inflacionário ~3%/ano, burn ~1%/ano)
Supply Circulante~9,5 bilhões GRT
Supply Total~10,3 bilhões GRT
CategoriaWeb3 Infrastructure, Data Indexing, DeFi Infrastructure

O que é The Graph (GRT)?

The Graph é um protocolo descentralizado de indexação e consulta de dados para redes blockchain. Imagine tentar pesquisar informações na internet sem o Google — você teria que visitar cada site individualmente. Da mesma forma, sem o The Graph, desenvolvedores precisariam rodar seus próprios servidores para extrair e organizar dados brutos de blockchains como Ethereum, o que é lento, caro e centralizado. O The Graph resolve esse problema criando um mercado aberto de dados onde qualquer pessoa pode indexar informações de blockchain e disponibilizá-las via APIs padronizadas chamadas subgraphs.

O projeto foi fundado em 2018 por Yaniv Tal (project lead), Brandon Ramirez (research lead) e Jannis Pohlmann (tech lead) — três engenheiros que trabalharam juntos na MuleSoft (empresa de integração de dados adquirida pela Salesforce por US$ 6,5 bilhões em 2018). Eles perceberam que a Web3 precisava de uma camada de dados robusta e descentralizada, similar ao que o MuleSoft fazia para dados corporativos, mas para blockchains públicas. A mainnet foi lançada em dezembro de 2020, e desde então o protocolo processou mais de 1,23 trilhão de queries com 99,99% de uptime.

Analogia: Se blockchains são bibliotecas gigantes com milhões de livros (transações, contratos, eventos), o The Graph é o sistema de catalogação e busca que permite encontrar qualquer informação em segundos. Os Indexers são os bibliotecários que organizam os livros, os Curators são os críticos que recomendam quais seções merecem atenção, e os Delegators são investidores que financiam bibliotecários competentes e recebem parte dos lucros.

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Como funciona o The Graph?

O The Graph opera como um marketplace descentralizado de dados blockchain, onde diferentes participantes colaboram para indexar, organizar e servir informações on-chain. O protocolo é construído sobre três pilares fundamentais:

Subgraphs: as APIs da Web3

Um subgraph é uma API aberta que define quais dados de uma blockchain devem ser indexados e como organizá-los para consulta. Qualquer desenvolvedor pode criar um subgraph — por exemplo, um subgraph do Uniswap pode indexar todos os swaps, pools de liquidez e preços de tokens. Atualmente existem mais de 15.087 subgraphs ativos na rede (crescimento de +7,6% trimestre a trimestre), com 1.673 novos subgraphs criados só no Q2 2025 (+46,3% QoQ). Aplicações como Uniswap, Aave, Synthetix, Decentraland e muitas outras dependem de subgraphs para funcionar.

Os participantes do protocolo

O ecossistema do The Graph funciona como um mercado de trabalho descentralizado com três papéis principais:

  • Indexers (Indexadores): Operam nodes que processam e servem queries de dados. Precisam fazer stake de GRT como garantia de bom comportamento — se servirem dados incorretos, perdem parte do stake (slashing). Recebem recompensas de inflação (~3% ao ano do supply total) e taxas de query pagas pelos consumidores de dados.
  • Curators (Curadores): Sinalizam quais subgraphs são valiosos depositando GRT em uma bonding curve. Quanto mais cedo um Curator identifica um subgraph de qualidade, maior o retorno. Pagam 1% de curation tax ao depositar, que é queimado. Funcionam como "analistas de mercado" que direcionam Indexers para os dados mais demandados.
  • Delegators (Delegadores): Delegam GRT a Indexers de confiança para ganhar uma parte das recompensas sem operar infraestrutura. Pagam 0,5% de delegation tax (queimado). É a forma mais acessível de participar do protocolo — similar a fazer staking em outras redes.

O ciclo de uma query

Quando uma aplicação como o Uniswap precisa exibir o preço de um token, ela envia uma query GraphQL para o The Graph. Um Gateway roteia a query para o Indexer mais eficiente (considerando preço, latência e qualidade). O Indexer processa a consulta usando dados já indexados e retorna a resposta em milissegundos. O consumidor paga uma pequena taxa em GRT, que é distribuída entre Indexers, Curators e o protocolo. Esse modelo cria um ciclo virtuoso: mais demanda por dados atrai mais Indexers, que melhoram a qualidade do serviço, que atrai mais aplicações.

O suporte multi-chain é um diferencial estratégico: o The Graph já indexa dados de mais de 15 redes, incluindo Ethereum, Polygon, Arbitrum, Optimism, Avalanche, Base, Celo, BNB Chain, Solana, NEAR, Arweave e Stellar. Em 2025, a Base ultrapassou o Ethereum Mainnet em query fees pela primeira vez (US$ 21.982 no Q3), refletindo a migração de atividade para L2s — e o The Graph está posicionado para capturar essa tendência.

Tokenomics do GRT

O GRT é um token ERC-20 com modelo inflacionário controlado. Diferente de criptomoedas com supply máximo fixo como Bitcoin, o The Graph emite novos tokens continuamente para recompensar Indexers que mantêm a infraestrutura da rede. No entanto, múltiplos mecanismos de queima contrabalançam parte dessa inflação, criando um equilíbrio dinâmico entre emissão e destruição de tokens.

Distribuição inicial do GRT

DistribuiçãoGRT
  • Early Team & Advisors23.00%
  • Graph Foundation20.00%
  • Early Backers (seed)17.00%
  • Backers (strategic)17.00%
  • Edge & Node8.00%
  • Venda publica4.00%
  • Curator Program Grants3.00%
  • Testnet Indexer Rewards3.00%
  • Educational Programs2.00%
  • Strategic GRT Sale2.00%
  • Bug Bounties / outros1.00%
Tokenomics GRT
Supply MáximoSem cap (inflacionário)
Supply Total~10,3 bilhões GRT
Supply Circulante~9,5B GRT
Inflação Anual~3% (recompensas para Indexers)
Queima Anual~1% (delegation tax 0,5% + curation tax 1% + query fees 1%)
Net Supply Change~+2% ao ano (inflação líquida)
PadrãoERC-20 (Ethereum), disponível cross-chain via CCIP

A distribuição inicial dos 10 bilhões de GRT na gênese foi estruturada da seguinte forma:

Alocação Percentual Tokens
Early Team & Advisors 22,25% 2,225B GRT
Graph Foundation 19,64% 1,964B GRT
Early Backers 16,45% 1,645B GRT
Backers 16,45% 1,645B GRT
Edge & Node 7,74% 774M GRT
Public GRT Sale 4,06% 406M GRT
Testnet Rewards 3,05% 305M GRT
Curator Grants 3,05% 305M GRT
New Issuance (Inflação) 2,90% 290M GRT
Educational Programs 2,03% 203M GRT
Strategic Sale 2,03% 203M GRT
Bug Bounties 0,34% 34M GRT

O modelo econômico do GRT cria incentivos alinhados entre todos os participantes. Os Indexers precisam fazer stake significativo de GRT para operar, arriscando perder tokens via slashing se cometerem erros. Os Curators alocam capital sinalizando subgraphs promissores, e perdem se sinalizarem subgraphs sem demanda. Os Delegators analisam a performance dos Indexers antes de delegar, criando pressão competitiva por qualidade. As taxas de queima (0,5% delegation + 1% curation + 1% query fees) funcionam como um contrapeso deflacionário à emissão de 3%, resultando em uma inflação líquida de aproximadamente +2% ao ano — mais moderada que muitas redes PoS.

Equipe e investidores

Yaniv Tal

Cofundador / ex-CEO

Engenheiro de software, anteriormente trabalhou com Brandon Ramirez e Jannis Pohlmann em ferramentas para desenvolvedores antes de fundar The Graph

Brandon Ramirez

Cofundador

Head of Research na Edge & Node; trabalhou com Yaniv Tal em startups de dev tools

Jannis Pohlmann

Cofundador e CTO

Engenheiro de software, lider tecnico da infraestrutura de indexacao do The Graph

Tegan Kline

Cofundadora e CEO da Edge & Node

Executiva que lidera a Edge & Node, principal core developer do The Graph

Histórico de Funding

DataRodadaValorLeadValuation
2019-01SeedUS$ 2,5MMulticoin Capitalnao divulgado
2020-06StrategicUS$ 5MFramework Ventures, ParaFi Capitalnao divulgado
2020-10Public GRT SaleUS$ 10Mnao divulgado
Total levantadoUS$ 17,5M

Ecossistema e casos de uso

O ecossistema do The Graph é vasto e funciona como infraestrutura invisível que sustenta grande parte da Web3. Mais de 70.000 projetos utilizam o protocolo para acessar dados de blockchain, incluindo protocolos DeFi líderes como Uniswap, Aave, Compound, Synthetix, Lido e Curve. Quando você consulta o preço de um token no Uniswap ou verifica seu rendimento no Aave, há uma boa chance de que esses dados passaram pelo The Graph.

Expansão multi-chain

O The Graph suporta mais de 15 blockchains: Ethereum, Polygon, Arbitrum, Optimism, Avalanche, Base, Celo, BNB Chain, Solana, NEAR, Arweave, Stellar, Gnosis, Fantom e Moonbeam. A estratégia multi-chain é essencial porque a atividade Web3 está se fragmentando entre múltiplas redes. Em 2025, a Base ultrapassou Ethereum Mainnet em query fees pela primeira vez (US$ 21.982 no Q3), demonstrando a migração de atividade para Layer 2s. O The Graph captura essa tendência ao indexar todas as principais redes, posicionando-se como a camada de dados universal da Web3.

Novos horizontes: AI e cross-chain

Dois movimentos estratégicos recentes ampliam significativamente o escopo do The Graph. Primeiro, a integração com Chainlink CCIP permite que o token GRT circule nativamente entre Arbitrum, Base e Solana, facilitando o uso cross-chain do protocolo. Segundo, o Token API (lançado em beta em março de 2025) permite que wallets e explorers consultem saldos, históricos de transações e preços de tokens via The Graph — expandindo o mercado endereçável além de desenvolvedores DeFi para toda a infraestrutura Web3.

O mais ambicioso é o Inference Service: a possibilidade de hospedar modelos de inteligência artificial na infraestrutura descentralizada do The Graph. Com isso, LLMs (Large Language Models) poderiam processar queries em linguagem natural — imagine perguntar "quais tokens tiveram mais volume na Uniswap na última hora?" e receber uma resposta estruturada, sem precisar escrever código. Essa convergência Web3 + AI posiciona o GRT como infraestrutura para a próxima geração de aplicações descentralizadas inteligentes.

Horizon Mainnet e o futuro

O Horizon Mainnet, previsto para Q1 2026, é o upgrade mais significativo do protocolo. Ele unifica todos os serviços (indexação, queries, streaming, AI inference) em uma arquitetura coesa. O novo sistema de REO (Revenue-Expense Optimization) + Indexing Payments melhora a economia para equipes menores de Indexers, democratizando a participação. Paralelamente, o sunset do hosted service legado está programado para Q4 2026, completando a migração para infraestrutura totalmente descentralizada — um marco que reforça a missão original do projeto.

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Concorrentes e posicionamento

O The Graph opera em um nicho específico — indexação descentralizada de dados blockchain — mas compete com soluções centralizadas e descentralizadas que oferecem acesso a dados on-chain. Seu diferencial é a combinação de descentralização, amplitude multi-chain e o ecossistema de subgraphs abertos que qualquer desenvolvedor pode utilizar e contribuir.

Projeto Modelo Foco Token Diferencial
GRT (The Graph) Descentralizado Indexação on-chain via subgraphs GRT 70K+ projetos, 15+ chains, ecossistema aberto
LINK (Chainlink) Descentralizado Oráculos de dados off-chain → on-chain LINK Complementar ao GRT; líder em oráculos
CQT (Covalent) Semi-descentralizado API unificada multi-chain CQT API simples, 200+ chains, dados históricos
SQD (Subsquid) Descentralizado Indexação rápida e flexível SQD Mais rápido em indexação batch, SDK modular
Dune Analytics Centralizado Analytics e dashboards on-chain UX superior para análise, SQL-based, gratuito

É importante notar que The Graph e Chainlink são mais complementares que concorrentes: Chainlink traz dados do mundo externo para a blockchain (preços, clima, resultados), enquanto o The Graph organiza e disponibiliza dados que já estão na blockchain. Ambos são camadas de infraestrutura essenciais. A integração Chainlink CCIP no The Graph reforça essa sinergia. Os competidores mais diretos são Covalent (API unificada mais simples de usar, mas com menor ecossistema aberto) e Subsquid (indexação mais rápida, mas com ecossistema menor). O maior risco competitivo vem de soluções centralizadas como Alchemy, Infura e Dune Analytics, que oferecem serviços similares sem a complexidade de um token — mas sacrificam a descentralização e resistência à censura que são valores fundamentais da Web3.

Riscos e pontos de atenção

Investidores devem considerar cuidadosamente os riscos associados ao GRT antes de tomar uma decisão:

  • Inflação sem cap: O GRT não possui supply máximo. A emissão contínua de ~3% ao ano para Indexers, parcialmente compensada por ~1% de queima via taxas, resulta em uma inflação líquida de ~2% ao ano. Se a demanda por queries não crescer proporcionalmente, a diluição pode pressionar o preço do token ao longo do tempo.
  • Queda em queries totais: No Q3 de 2025, o volume total de queries caiu 15,9% trimestre a trimestre. Embora parte disso reflita otimizações de eficiência (menos queries necessárias para o mesmo resultado), uma tendência sustentada de queda poderia indicar perda de relevância ou migração para alternativas.
  • Migração para o Horizon: O upgrade Horizon Mainnet (Q1 2026) é a maior mudança arquitetural da história do protocolo. Se a migração apresentar problemas técnicos, bugs ou perda de performance, pode afetar a reputação de confiabilidade que sustenta a adoção do The Graph como infraestrutura crítica.
  • Competição de APIs centralizadas: Serviços como Alchemy, Infura e QuickNode oferecem acesso a dados blockchain com latência mais baixa, UX mais simples e sem necessidade de token. Para muitos desenvolvedores que não priorizam descentralização, essas alternativas são mais práticas — e possuem funding significativo de VCs.
  • Dependência da adoção Web3: O The Graph é infraestrutura para aplicações descentralizadas. Se o ecossistema Web3 como um todo não escalar como esperado — seja por regulação, falta de product-market fit ou dominância de soluções centralizadas — a demanda por indexação descentralizada estagna, limitando o crescimento do GRT.

GRT vale a pena investir?

O The Graph é um projeto de infraestrutura fundamental para a Web3 — sem indexação eficiente, aplicações descentralizadas simplesmente não funcionam. A tese de investimento gira em torno de uma questão central: a Web3 vai crescer o suficiente para gerar demanda massiva por dados indexados, e o The Graph vai capturar essa demanda de forma descentralizada?

Argumentos Bullish (a favor)

  • Infraestrutura essencial: 70.000+ projetos dependem do The Graph, incluindo os maiores protocolos DeFi. A posição de "Google das blockchains" cria efeito de rede — quanto mais subgraphs existem, mais desenvolvedores usam o protocolo, atraindo mais Indexers e melhorando o serviço.
  • Expansão de mercado endereçável: Token API, Inference Service (AI) e suporte a 15+ chains ampliam significativamente o mercado além de DeFi. A convergência Web3 + AI pode criar demanda exponencial por indexação de dados.
  • Métricas de uso reais: 1,23 trilhão de queries servidas, 99,99% uptime e 15.087 subgraphs ativos demonstram adoção real — não apenas especulação. O crescimento de +46,3% QoQ em novos subgraphs indica momentum de desenvolvimento.

Argumentos Bearish (contra)

  • Inflação dilui holders: Com ~2% de inflação líquida anual e sem cap de supply, holders passivos perdem poder de compra ao longo do tempo. Apenas participantes ativos (Indexers, Delegators, Curators) podem compensar a diluição com recompensas.
  • Centralização de facto: Apesar de ser um protocolo descentralizado, a maior parte das queries ainda passa por gateways gerenciados por equipes core. Se a descentralização real não avançar, o diferencial frente a soluções centralizadas se enfraquece.
  • Competição bem financiada: Alchemy levantou US$ 350M em Series C, Infura é da ConsenSys — esses players têm recursos para capturar market share com produtos mais simples e sem fricção de token. O The Graph precisa provar que descentralização gera valor suficiente para justificar a complexidade adicional.

Cenários de preço para o GRT

Cenário Faixa de Preço Condições
🟢 BullishUS$ 0,30 – 0,60US$ 0,30 – 0,60 Bull market Web3, Horizon entregue com sucesso, AI queries explodem, integração com 200+ chains, subgraphs ultrapassam 25K
🟡 BaseUS$ 0,12 – 0,25US$ 0,12 – 0,25 Crescimento gradual do ecossistema, Horizon entregue, mercado lateral, adoção de Token API em ritmo moderado
🔴 BearishUS$ 0,04 – 0,10US$ 0,04 – 0,10 Bear market prolongado, Web3 estagna, APIs centralizadas ganham market share, inflação dilui sem demanda compensatória

Disclaimer: Esta análise é informativa e não constitui recomendação de investimento. Criptomoedas são ativos de alto risco. Nunca invista mais do que pode perder e faça sua própria pesquisa (DYOR).

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