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O Creditcoin (CTC) é uma blockchain Layer 1 fundacional focada em infraestrutura de credit history — registrando e validando transações de crédito on-chain para criar um histórico creditício público e interoperável. Cofundado em 2017 pela Gluwa (provedora de tecnologia, liderada por Tae Oh) e pela Aella Credit (distribuidora inicial, liderada por Akin Jones), o Creditcoin atende principalmente mercados emergentes (Nigéria, Indonésia, Filipinas, África subsariana), onde bilhões de pessoas não possuem credit score tradicional.
| 📊 Resumo — Creditcoin (CTC) | |
|---|---|
| Nome | Creditcoin |
| Ticker | CTC |
| Categoria | RWA / Credit Infrastructure L1 |
| Blockchain | Creditcoin Mainnet (Substrate/EVM-compatible) |
| Lançamento | 2019 |
| Supply Máximo | 600000000 |
| Supply Circulante | 520000000 |
| Funding | A Gluwa, empresa por trás do Creditcoin, levantou aproximadamente US$ 20-30 milhões ao longo de múltiplas rodadas entre 2018 e 2022, incluindo um seed round liderado pela Tim Draper e Draper Dragon Fund. O token CTC teve uma venda pública (ICO/private sale) em 2019 que, em conjunto com alocações estratégicas, distribuiu parte dos 600 milhões de supply máximo. A Aella Credit, cofundadora e parceira inicial de distribuição, também levantou capital de VCs como HOF Capital, Social Capital (Chamath Palihapitiya) e Y Combinator (demo day 2018). |
| Investidores | Tim Draper (Draper Associates / Draper Dragon Fund), HOF Capital, Social Capital, Y Combinator (via Aella), Steve Chen (cofundador do YouTube, citado publicamente como investidor/apoiador do Creditcoin), MW Partners, GBV Capital, Gumi Cryptos, TRGC (TRG Capital). A Gluwa recebeu também apoio estratégico de instituições financeiras tradicionais em mercados emergentes (Nigéria, Indonésia, Filipinas) que usam o Creditcoin como infraestrutura de credit history on-chain. |
| Listagem | KuCoin (par principal CTC/USDT desde 2021), Gate.io, MEXC, Bitget, HTX, Upbit (listagem coreana importante), Bithumb, Coinone, BKEX. Listado na Binance em 2024 (par CTC/USDT), o que trouxe salto significativo de liquidez. Também disponível em DEXs via ponte ERC-20 (G-CRE). Volume diário típico entre US$ 10-50 milhões em 2026, concentrado principalmente em exchanges asiáticas (coreanas especialmente) e Binance. |
O que é Creditcoin (CTC)?
Creditcoin é uma rede L1 que funciona como um 'cartório público descentralizado' para transações de crédito. Fintechs, microlenders e instituições financeiras em mercados emergentes registram empréstimos, pagamentos e histórico de default na blockchain, criando um credit score portátil e auditável.
O token CTC é usado para: (1) pagar taxas de transação de registro de crédito; (2) staking por validadores/mineradores que seguram a rede; (3) rewards de mineração (PoW originalmente, migrou para PoS em 2024 com Creditcoin 2.0); (4) governança on-chain; (5) colateral em pools de empréstimo cross-chain.
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Como funciona o Creditcoin?
Tecnicamente, o Creditcoin roda em arquitetura Substrate (framework Polkadot) com compatibilidade EVM desde o upgrade Creditcoin 2.0+ (2024). A rede registra credit transactions como 'deals' — cada empréstimo é registrado como uma entrada imutável com partes, montantes, termos e status de pagamento.
Fintechs parceiras (como a Aella) integram via SDK e APIs da Gluwa, reportando dados de empréstimos em tempo real. Validadores fazem staking de CTC para participar do consenso nominated Proof-of-Stake (NPoS).
A emissão é de 2 CTC por bloco (~8 CTC/minuto), totalizando ~4,2 milhões CTC/ano, até atingir o max supply de 600M.
Tokenomics do CTC
Supply máximo: 600.000.000 CTC (hard cap). Supply circulante: ~520 milhões (87%).
Distribuição genesis original: 50% mineração/staking rewards (desbloqueio gradual via block rewards), 16,7% Gluwa Inc. (300M/1800M antes do re-cap, com 6 anos de vesting linear para R&D, marketing, operações), 16,7% Aella (distribuição inicial), 5,5% Creditcoin Foundation (100M, 6 anos vesting para governança e grants), 10% investidores (funding network development), 1,1% advisors/parceiros estratégicos. Existem duas versões do token: CTC mainnet (utility, usado na rede) e CTC ERC-20 (também chamado G-CRE, versão bridged para trading em DEXs Ethereum). Max tradable supply da versão ERC-20: 600M.
Equipe, investidores e funding
Tae Oh
Fundador e CEO da Gluwa / Cofundador do Creditcoin
Engenheiro coreano-americano, ex-Microsoft e ex-Amazon. Fundou a Gluwa em 2016 com foco em infraestrutura financeira blockchain para mercados emergentes. Liderou o lançamento do Creditcoin mainnet em abr/2019 e o upgrade Creditcoin 2.0+ em 2024. Figura pública ativa via blog 'Tae Talks' e AMAs mensais.
Akin Jones
Fundador e CEO da Aella / Cofundador do Creditcoin
Empreendedor nigeriano, fundou a Aella Credit em 2015 como fintech de microcrédito em Lagos. Levou a Aella ao Y Combinator em 2018. Parceiro-chave do Creditcoin para distribuição em mercados africanos. Aella já originou centenas de milhões em empréstimos registrados on-chain no Creditcoin.
Wale Akanbi
CTO da Aella Credit
Cofundador e CTO da Aella Credit. Engenheiro de software com foco em sistemas de pagamento para mercados emergentes. Responsável pela integração técnica Aella-Creditcoin.
LinkedIn →Twitter →
Scott Hasbrouck
VP of Engineering da Gluwa
Engenheiro sênior com experiência em fintech. Lidera o time técnico do Creditcoin, incluindo migração para Substrate e implementação EVM-compat.
LinkedIn →Twitter →
Vladimir Kouznetsov
Lead Blockchain Architect
Arquiteto-chefe da blockchain Creditcoin. Responsável por design do protocolo de consenso e estrutura de credit deals on-chain.
LinkedIn →Twitter →
Histórico de Funding
| Data | Rodada | Valor | Lead | Valuation |
|---|---|---|---|---|
| 2018-03 | Seed (Gluwa) | — | T, i | — |
| 2019-04 | Private Sale / ICO (CTC) | — | I, n | — |
| 2021-06 | Strategic Round (Gluwa) | — | H, O | — |
| 2023-09 | Extension Round (Gluwa) | — | U, n | — |
| Total levantado | N/D | |||
Ecossistema e casos de uso
O ecossistema Creditcoin em 2026 concentra-se em integrações com fintechs de mercados emergentes. Principais parceiros: Aella Credit (Nigéria, +500k usuários, centenas de milhões em empréstimos registrados on-chain), outros lenders em Indonésia, Filipinas, Vietnã, Quênia e Gana.
Mais de 3 milhões de credit transactions registradas até 2026. Com o upgrade Creditcoin 2.0+ (EVM-compat lançado em 2024), passou a receber dApps DeFi construídos sobre RWA (Real World Assets) — tokenização de carteiras de crédito, pools de lending institucional, protocolos de securitização.
Integração com Chainlink para oráculos de inadimplência. Parceria estratégica com Upbit (Coreana) que a partir de 2022 ajudou a impulsionar volumes.
Concorrentes e posicionamento
| Projeto | Diferencial |
|---|---|
| Centrifuge | Centrifuge foca em tokenização de RWA para DeFi institucional (MakerDAO, Aave) — mais B2B e foco em mercados desenvolvidos. Creditcoin foca em credit history de mercados emergentes com volume real de empréstimos de varejo. |
| Goldfinch | Goldfinch também financia mercados emergentes mas como pool de crédito DeFi (lenders crypto financiando fintechs off-chain). Creditcoin é a infraestrutura de registro de crédito em si, não o pool. |
| Maple Finance | Maple foca em empréstimos institucionais para market makers e fundos. Creditcoin foca em microcrédito de varejo em emergentes. |
| TrueFi | TrueFi é pool de lending sem colateral para instituições crypto-nativas. Creditcoin é infraestrutura de credit history para fintechs tradicionais em emergentes. |
| Credefi | Credefi foca em empréstimos P2B na Europa. Creditcoin foca em credit score portátil para mercados emergentes. |
Riscos e pontos de atenção
- Dependência da Aella Credit como principal case de uso real: se Aella tiver problemas regulatórios na Nigéria ou desacelerar, métricas do Creditcoin sofrem diretamente.
- Competição crescente no setor RWA: players maiores (Centrifuge, Maple, Ondo) têm mais capital e integrações DeFi.
- Risco regulatório em mercados emergentes: Banco Central da Nigéria e outros reguladores africanos historicamente hostis a cripto podem restringir integrações.
- Supply inflacionário via mining rewards: emissão contínua pressiona preço até atingir hard cap de 600M.
- Adoção de EVM-compat veio tarde (2024): atrasou atração de developers DeFi e pode ter perdido 'momentum' para competidores.
- Risco de execução técnica: migração para Substrate foi complexa; bugs ou forks podem afetar confiabilidade do ledger de credit history.
- Concentração em algumas exchanges (Upbit, Binance, KuCoin): delisting em qualquer uma dessas impactaria severamente a liquidez.
CTC vale a pena investir?
| Cenário | Alvo de preço | Tese |
|---|---|---|
| 🟢 Bullish | US$ 2-4, | No cenário otimista, a narrativa de RWA (Real World Assets) domina o ciclo 2026-2027 e o Creditcoin captura posição de liderança em credit history para mercados emergentes. Novas parcerias com grandes bancos africanos e sul-asiáticos elevam volume de credit transactions para dezenas de milhões. O EVM-compat atrai dApps DeFi relevantes construindo pools de securitização de microcrédito. Integrações com Chainlink e Pyth amplificam casos de uso. CTC atinge novo ATH revisitando US$ 2-4, com market cap de US$ 1-2 bilhões e entrando no top 100 global. |
| 🟡 Base | US$ 0,30 | No cenário base, Creditcoin continua como player de nicho relevante em RWA para emergentes, com crescimento orgânico moderado de integrações de fintechs. Volume de credit transactions cresce 30-50% ao ano mas sem viralizar. CTC oscila entre US$ 0,30 e US$ 1,20 conforme ciclo cripto, com market cap na faixa de US$ 200-600 milhões. A narrativa RWA sustenta interesse mas não gera explosão. Upgrade Creditcoin 2.0+ traz alguns dApps mas sem breakthrough de adoção developer. |
| 🔴 Bearish | US$ 0,10-0,25 | No cenário pessimista, competidores como Centrifuge e novos entrantes bem-capitalizados capturam o mercado RWA institucional antes que Creditcoin consiga consolidar. Problemas regulatórios na Nigéria (ou em outro mercado-chave) prejudicam a Aella e esvaziam o principal case de uso. Emissão contínua via mining rewards pressiona preço. Upbit ou Binance delistam CTC por volume baixo. Narrativa RWA resfria antes que o projeto atinja massa crítica. Preço cai para US$ 0,10-0,25 e o projeto entra em 'zombie status' — tecnicamente funcional mas sem crescimento. |
Onde comprar CTC
| Exchange | Par | Tipo |
|---|---|---|
| Bybit ⭐ | CTC/USDT | Spot+Perpétuo |
| KuCoin (par principal CTC/USDT desde 2021) | CTC/USDT | Spot |
| Gate.io | CTC/USDT | Spot |
| MEXC | CTC/USDT | Spot |
| Bitget | CTC/USDT | Spot |
| HTX | CTC/USDT | Spot |
Histórico e marcos importantes
2016: Tae Oh funda a Gluwa como plataforma de fintech blockchain. 2017: Conceito do Creditcoin é desenvolvido em conjunto com Aella. Abr/2019: Mainnet launch do Creditcoin (04/04/2019) como rede PoW customizada. 2019-2020: Aella integra Creditcoin para registrar empréstimos de microcrédito na Nigéria. 2021: Grande bull run cripto eleva CTC; listagem em KuCoin e Upbit catalisa liquidez. 2022-2023: Desenvolvimento do Creditcoin 2.0 com migração para Substrate (Polkadot framework) e consenso NPoS. 2024: Launch do Creditcoin 2.0+ com compatibilidade EVM, abrindo portas para dApps RWA e DeFi.
Listagem na Binance traz novo ciclo de liquidez e visibilidade. 2025-2026: Foco em expansão RWA, com parcerias com instituições financeiras tradicionais em emergentes; mais de 3M de credit transactions registradas no total. Narrativa de RWA + tokenização torna-se vento de cauda fundamental.
Comunidade e governança
Comunidade Creditcoin é particularmente forte na Coreia do Sul (por conta da listagem na Upbit e Bithumb) e na Nigéria/África (via base de usuários da Aella). Twitter @creditcoin (~150k seguidores), Telegram oficial com vários canais regionais, Discord ativo.
AMAs mensais do CEO Tae Oh ('Tae Talks'). Programa de embaixadores com foco em developer relations para atrair builders RWA e DeFi após upgrade EVM.
Menor visibilidade em mercados ocidentais (EUA/Europa) comparado a projetos como Centrifuge ou Goldfinch, mas liderança em volume real de credit transactions originadas.
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