Humanity Protocol (H): Vale a Pena? Análise

H H
US$ 0,00022395 ▲ +0,00% 24h
Market CapUS$ 25,4 mil
Vol 24hUS$ 27

Atualizado em 9 de abril de 2026 • Leitura: 20 min

Humanity Protocol (H): Guia Completo da Blockchain de Identidade Humana com Prova Biométrica ZK

Em um mundo onde bots, contas falsas e ataques Sybil se tornaram uma ameaça existencial para ecossistemas cripto e plataformas digitais, a questão "como provar que você é humano?" se tornou central. O Humanity Protocol (H) propõe uma solução elegante: uma blockchain Layer 2 baseada em zkEVM que utiliza biometria da palma da mão combinada com provas zero-knowledge para verificar identidade humana sem comprometer a privacidade.

Com mais de 9 milhões de Human IDs emitidos, integração com a Mastercard e uma aquisição estratégica da Moongate, o Humanity Protocol já demonstrou tração real no mercado. Neste guia completo, vamos explorar a tecnologia por trás do projeto, sua tokenomics, o ecossistema em crescimento e como ele se compara a concorrentes como Worldcoin.

Se você está buscando entender por que a prova de humanidade pode ser a próxima grande narrativa do mercado cripto, este artigo vai cobrir tudo que você precisa saber sobre o token H e o Humanity Protocol.

Resumo do Projeto Humanity Protocol (H)
NomeHumanity Protocol (H)
CategoriaLayer 2 / Identidade Descentralizada (DID)
TecnologiazkEVM L2 (Polygon CDK) + Proof-of-Humanity (Palm Scan)
Supply Total10 bilhões de tokens H
Lançamento25 de junho de 2025
ATHUS$ 0,39 (outubro de 2025)
Human IDs Emitidos9 milhões+
Parcerias ChaveMastercard, Moongate (aquisição)
ConcorrentesWorldcoin (WLD), Civic (CVC), BrightID, Gitcoin Passport
Benchmark BTCBTC ≈ US$ 83.000 na data desta publicação
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1. O Que É o Humanity Protocol?

O Humanity Protocol é uma blockchain Layer 2 construída sobre o Polygon CDK (Chain Development Kit) que utiliza a tecnologia zkEVM (zero-knowledge Ethereum Virtual Machine) como base. Sua missão principal é resolver o problema de identidade digital no mundo Web3 através de um mecanismo chamado Proof-of-Humanity — uma prova criptográfica de que o usuário é um ser humano real e único.

O mecanismo de verificação do Humanity Protocol utiliza biometria da palma da mão (palm scan) como dado biométrico primário. A escolha da palma da mão não é aleatória: as linhas e padrões vasculares da palma são tão únicos quanto impressões digitais, mas oferecem uma superfície maior de dados biométricos, tornando a verificação mais precisa e resistente a fraudes.

O que torna o Humanity Protocol particularmente inovador é como ele processa esses dados biométricos: toda a captura e processamento da biometria ocorre localmente no dispositivo do usuário. Os dados brutos da palma da mão nunca saem do celular. Em vez disso, o dispositivo gera uma prova zero-knowledge (ZK proof) que atesta a unicidade do usuário sem revelar nenhum dado biométrico ao protocolo ou a terceiros.

Esse design é uma resposta direta às críticas enfrentadas por projetos como o Worldcoin, que escaneiam a íris dos usuários usando hardware dedicado (Orb) e foram questionados sobre privacidade em vários países. O Humanity Protocol mostra que é possível provar humanidade de forma segura, preservando a privacidade desde o design.

Desde seu lançamento em 25 de junho de 2025, o protocolo já emitiu mais de 9 milhões de Human IDs, demonstrando uma adoção acelerada que supera a maioria dos projetos de identidade descentralizada. O token H atingiu sua máxima histórica (ATH) de US$ 0,39 em outubro de 2025, apenas quatro meses após o lançamento.

2. Tecnologia zkEVM e Polygon CDK: A Base Técnica

O Humanity Protocol é construído como uma Layer 2 zkEVM utilizando o Polygon CDK (Chain Development Kit), um framework que permite criar blockchains customizadas com compatibilidade total com o Ethereum e segurança baseada em provas zero-knowledge.

Para entender a importância dessa escolha técnica, vamos decompor cada elemento:

zkEVM (Zero-Knowledge Ethereum Virtual Machine): Uma máquina virtual que executa smart contracts compatíveis com Ethereum, mas gera provas zero-knowledge para cada lote de transações. Isso significa que desenvolvedores podem portar seus contratos Ethereum existentes para o Humanity Protocol sem modificações, enquanto usuários se beneficiam de transações rápidas e baratas com segurança herdada do Ethereum.

Polygon CDK: O Chain Development Kit da Polygon permite criar chains soberanas que se conectam ao ecossistema Polygon via AggLayer. Isso dá ao Humanity Protocol autonomia para customizar parâmetros como tamanho de bloco, taxa de gás e mecanismos de consenso, mantendo a interoperabilidade com outras chains do ecossistema.

Provas Zero-Knowledge para Biometria: O uso mais inovador de ZK no Humanity Protocol não é na validação de transações (que é padrão em zkEVMs), mas sim na verificação de identidade. Quando um usuário escaneia sua palma, o dispositivo:

  1. Captura os dados biométricos da palma da mão
  2. Processa e codifica os dados localmente, gerando um hash único
  3. Gera uma prova ZK que atesta: "Este hash é derivado de dados biométricos válidos e não foi registrado antes"
  4. Submete apenas a prova ZK ao protocolo — nenhum dado biométrico sai do dispositivo
  5. O protocolo verifica a prova e emite um Human ID on-chain

Essa abordagem resolve o "trilema da identidade digital": é possível provar que alguém é humano, que é único (uma pessoa = uma identidade), e que sua privacidade está preservada — tudo simultaneamente. A maioria dos sistemas anteriores conseguia resolver apenas dois desses três requisitos.

A escolha do Polygon CDK também posiciona o Humanity Protocol estrategicamente no ecossistema Ethereum L2, facilitando integrações com protocolos DeFi, NFTs e dApps que já operam em redes compatíveis. A interoperabilidade via AggLayer permite que Human IDs sejam verificados em múltiplas chains sem necessidade de pontes tradicionais.

3. Tokenomics do Token H: Distribuição e Economia

O token H tem um supply total de 10 bilhões de tokens, com uma distribuição cuidadosamente projetada para equilibrar crescimento do ecossistema, recompensas comunitárias e incentivos para a equipe e investidores. Vamos analisar cada componente:

Distribuição inicial do H

DistribuiçãoH
  • Fundo de Ecossistema24.00%
  • Primeiros Contribuidores (equipe)19.00%
  • Recompensas de Verificação de Identidade18.00%
  • Investidores e outros15.00%
  • Tesouro da Fundação12.00%
  • Incentivos à Comunidade12.00%
Alocação Percentual Tokens Finalidade
Community Rewards30%3.000.000.000Recompensas por verificação e engajamento
Ecosystem24%2.400.000.000Grants, parcerias e desenvolvimento
Team & Advisors~23%2.300.000.000Equipe fundadora e consultores
Investors~23%2.300.000.000Investidores Seed, Series A e B

A distribuição do token H destaca dois pontos fundamentais:

Foco na comunidade (54% combinados): Com 30% destinados a recompensas comunitárias e 24% ao ecossistema, mais da metade do supply total está reservado para crescimento orgânico. As recompensas comunitárias incluem incentivos para verificação biométrica, participação em governança, contribuições para o ecossistema e programas de referência.

Vesting para team e investors: Os tokens alocados para equipe e investidores seguem cronogramas de vesting rigorosos, tipicamente com cliff de 12 meses e liberação linear ao longo de 24-36 meses adicionais. Isso alinha os incentivos de longo prazo e reduz pressão de venda.

O token H serve múltiplas funções no ecossistema: pagamento de taxas de gás na L2, staking para segurança da rede, governaça do protocolo e como meio de troca dentro de aplicações construídas sobre o Humanity Protocol. A utilidade múltipla cria demanda orgânica contínua pelo token.

Com 10 bilhões de supply total e um ATH de US$ 0,39, o fully diluted valuation (FDV) no pico foi de aproximadamente US$ 3,9 bilhões — um número significativo que reflete a confiança do mercado na narrativa de prova de humanidade.

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Equipe e investidores

Terence Kwok

Fundador e CEO

Empreendedor de tecnologia fundador do Human Institute e agora do Humanity Protocol, projeto de identidade descentralizada baseado em verificação de palma da mão. Parceiro com Animoca Brands e Polygon Labs.

Yat Siu

Cofundador / Conselheiro

Cofundador e Chairman Executivo da Animoca Brands, atuando no time fundador do Humanity Protocol.

Sandeep Nailwal

Cofundador / Conselheiro

Cofundador da Polygon Labs, presente no time fundador do Humanity Protocol para suporte técnico da stack de identidade.

Histórico de Funding

DataRodadaValorLeadValuation
2024-05SeedUS$ 30MK, i
2025-01StrategicUS$ 20MP, a
Total levantadoUS$ 50M

4. Proof-of-Humanity: Como Funciona a Verificação Biométrica

O sistema Proof-of-Humanity do Humanity Protocol é o núcleo tecnológico que diferencia o projeto de todas as outras soluções de identidade descentralizada. Vamos detalhar cada etapa do processo:

Etapa 1 — Captura Biométrica Local: O usuário abre o aplicativo do Humanity Protocol e escaneia a palma da mão usando a câmera do próprio smartphone. Não é necessário nenhum hardware especial como o Orb do Worldcoin. O aplicativo captura o padrão único das linhas, veias e textura da palma.

Etapa 2 — Processamento On-Device: Todos os dados biométricos são processados inteiramente no dispositivo do usuário. O algoritmo converte os dados da palma em um template biométrico codificado — uma representação matemática que não pode ser revertida para reconstruir a imagem original da palma.

Etapa 3 — Geração de Prova ZK: O dispositivo gera uma prova zero-knowledge que atesta três fatos simultaneamente: (a) os dados biométricos são válidos e de um humano real, (b) este padrão biométrico não foi registrado anteriormente no protocolo, e (c) o processo foi executado corretamente. Tudo isso sem revelar nenhum dado biométrico.

Etapa 4 — Verificação On-Chain: A prova ZK é submetida à blockchain do Humanity Protocol, onde é verificada por smart contracts. Se válida, um Human ID é emitido — um identificador único on-chain que prova que o holder é um ser humano real e único, sem vincular a nenhum dado pessoal.

O Human ID pode então ser usado em qualquer aplicação integrada ao protocolo para: participar de airdrops (como o Fairdrop do próprio Humanity Protocol), votar em governança descentralizada, acessar serviços que exigem verificação humana e muito mais. O modelo é fundamentalmente "privacy-preserving by design", ou seja, a privacidade não é um recurso adicionado depois, mas um princípio arquitetônico central.

5. Fairdrop: O Airdrop Exclusivo para Humanos Verificados

Um dos mecanismos mais inovadores do Humanity Protocol é o conceito de Fairdrop — um airdrop que só pode ser reivindicado por humanos verificados através do sistema Proof-of-Humanity. Isso resolve um dos problemas mais antigos do ecossistema cripto: a exploração de airdrops por bots e farming de Sybil.

Nos airdrops tradicionais, é comum que um único operador crie centenas ou milhares de carteiras para acumular recompensas desproporcionais. Projetos gastam milhões tentando filtrar bots, e mesmo assim uma parcela significativa dos tokens acaba nas mãos de farmers profissionais em vez de usuários genuínos.

O Fairdrop do Humanity Protocol elimina esse problema na raiz: cada Human ID só pode reivindicar uma alocação. Como a biometria da palma é única e não pode ser duplicada, é matematicamente impossível criar múltiplas identidades para farming.

O mecanismo de Fairdrop não beneficia apenas o Humanity Protocol — ele pode ser utilizado por qualquer projeto do ecossistema cripto. Qualquer protocolo que queira distribuir tokens de forma justa pode integrar a verificação Human ID do Humanity Protocol para garantir uma distribuição "um humano = uma recompensa".

Isso cria um efeito de rede poderoso: quanto mais projetos usam Human IDs para seus airdrops, mais usuários se verificam no Humanity Protocol, o que torna o sistema mais atraente para outros projetos. Os 9 milhões+ de Human IDs emitidos já representam uma base substancial que torna a integração interessante para praticamente qualquer projeto cripto.

O conceito de Fairdrop também tem implicações para além de airdrops: votações de governança "um humano, um voto" (em vez de "um token, um voto"), distribuição de UBI (Universal Basic Income) cripto, e acesso a serviços exclusivos para humanos verificados.

6. Parcerias Estratégicas: Mastercard e Moongate

O Humanity Protocol se destaca no cenário competitivo de identidade descentralizada não apenas pela tecnologia, mas também pelas parcerias estratégicas de alto calibre que conseguiu estabelecer. Duas merecem destaque especial:

Integração com Mastercard: A parceria com a Mastercard é talvez o sinal mais forte da legitimidade e potencial do Humanity Protocol. A gigante de pagamentos, que processa bilhões de transações anuais, integrou a verificação Human ID em seus sistemas. Isso permite que serviços financeiros construídos sobre a rede Mastercard utilizem prova de humanidade como camada adicional de segurança e compliance.

As implicações dessa parceria são profundas: verificação de identidade sem fricção para onboarding bancário, prevenção de fraude baseada em biometria ZK, e potencialmente a criação de cartões ou serviços vinculados a identidades humanas verificadas criptograficamente.

Aquisição da Moongate: O Humanity Protocol adquiriu a Moongate, uma plataforma especializada em eventos e experiências Web3. A aquisição não foi apenas uma compra de tecnologia — foi uma jogada estratégica para expandir os casos de uso do Human ID para o mundo físico.

Com a Moongate integrada, o Humanity Protocol pode oferecer verificação de humanidade para: ingressos de eventos (eliminando cambismo e bots), acesso a experiências exclusivas, programas de fidelidade baseados em identidade real, e NFTs vinculados a presença física verificada. Isso expande o protocolo para além do mundo puramente digital.

Essas parcerias posicionam o Humanity Protocol em uma interseção estratégica entre finanças tradicionais (TradFi), finanças descentralizadas (DeFi) e experiências do mundo real — um posicionamento que poucos projetos cripto conseguiram alcançar. A combinação de Mastercard (escala financeira global) com Moongate (experiências físicas) cria um ecossistema de identidade que pode se tornar onipresente.

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7. Comparação com Concorrentes: Worldcoin, Civic e Outros

O mercado de identidade descentralizada e prova de humanidade tem vários players, cada um com abordagens diferentes. Vamos comparar o Humanity Protocol com seus principais concorrentes:

Critério Humanity (H) Worldcoin (WLD) Civic (CVC) BrightID
BiometriaPalma (smartphone)Íris (Orb dedicado)Facial + DocGrafo social
PrivacidadeZK local (alta)Centralizada (baixa)MédiaAlta (sem biometria)
HardwareNenhum (smartphone)Orb dedicadoNenhumNenhum
BlockchainL2 zkEVM própriaOP Mainnet (L2)Solana + ETHIDChain
Resistência SybilMuito altaMuito altaMédiaMédia-Alta
Escala atual9M+ Human IDs10M+ World IDs~1M verificações~100K usuários
Parcerias TradFiMastercardNenhuma notávelAlgumas fintechsNenhuma

O Worldcoin (WLD) é o concorrente mais direto e mais conhecido, apoiado por Sam Altman (CEO da OpenAI). Sua principal fraqueza está na dependência do hardware Orb para escanear a íris, o que limita a escalabilidade geográfica e levantou sérias preocupações de privacidade em países como Espanha, Portugal e Quênia. O Humanity Protocol não tem essas limitações.

O Civic (CVC) existe desde 2017 e oferece verificação de identidade para Web3, mas utiliza métodos tradicionais (reconhecimento facial + documentos) que oferecem menos privacidade e são mais vulneráveis a deep fakes.

O BrightID usa grafos sociais em vez de biometria, o que preserva privacidade mas é menos resistente a ataques Sybil sofisticados. O Gitcoin Passport agrega múltiplas credenciais (staking, atividade on-chain, redes sociais) mas não oferece prova biométrica definitiva.

O Humanity Protocol encontrou um equilíbrio único: biometria forte o suficiente para resistência Sybil máxima, processamento local para privacidade máxima, e uso de smartphone para escalabilidade máxima. Essa combinação é o que justifica o crescimento acelerado para 9M+ Human IDs.

8. Ecossistema e Casos de Uso do Human ID

O Human ID emitido pelo Humanity Protocol não é apenas uma credencial estática — é um primitivo de identidade composável que pode ser integrado em praticamente qualquer aplicação Web3 e até Web2. Os casos de uso já em operação ou em desenvolvimento incluem:

Governança Democrática: DAOs podem implementar votação "um humano, um voto" usando Human IDs, em vez do modelo plutocrático "um token, um voto" que domina o DeFi atual. Isso permite governança mais justa e representativa, onde baleias não podem dominar decisões críticas.

Anti-Bot para Redes Sociais: Plataformas sociais descentralizadas (como Farcaster, Lens) podem usar Human IDs para verificar que cada perfil pertence a um humano real, combatendo bots e desinformação automatizada.

KYC Descentralizado: Serviços financeiros podem usar Human IDs como uma camada básica de KYC sem acessar dados pessoais. O usuário prova que é humano e único sem revelar nome, endereço ou documentos.

Gaming e Metaverso: Jogos play-to-earn podem usar Human IDs para garantir que cada jogador é um humano real, prevenindo multi-accounting e farming automatizado que destroem economias de jogos.

Verificação para IA: Com o avanço da IA generativa, a capacidade de provar humanidade se torna cada vez mais valiosa. Human IDs podem ser usados para distinguir conteúdo criado por humanos de conteúdo gerado por IA, em plataformas que valorizem autenticidade.

Integração Mastercard: Através da parceria com a Mastercard, o Human ID pode ser utilizado para: onboarding simplificado em serviços financeiros, verificação de idade sem documentos, e programas de fidelidade vinculados a identidade real.

O ecossistema do Humanity Protocol está crescendo rapidamente, com novos dApps e integrações sendo anunciados mensalmente. A base de 9M+ Human IDs cria um efeito de rede onde cada nova integração adiciona valor para todos os participantes existentes.

9. Riscos e Considerações Críticas

Como qualquer investimento em criptomoedas, o token H carrega riscos significativos que devem ser avaliados cuidadosamente:

Risco Regulatório de Biometria: A coleta e processamento de dados biométricos está sujeita a regulamentações rigorosas em muitas jurisdições. A LGPD no Brasil, GDPR na Europa e BIPA em Illinois (EUA) têm regras específicas para dados biométricos. Embora o Humanity Protocol processe tudo localmente (os dados nunca saem do dispositivo), reguladores podem interpretar isso de formas diferentes. O Worldcoin já foi banido ou restringido em vários países por questões biométricas similares.

Risco de Precisão Biométrica: A verificação por palma da mão via smartphone depende da qualidade da câmera e das condições de iluminação. Falsos negativos (humanos legítimos rejeitados) ou falsos positivos (fraudes aceitas) podem afetar a confiança no sistema. Embora a tecnologia tenha avançado significativamente, não é perfeita.

Risco de Concentração de Supply: Com 46% do supply alocado para team/advisors e investors, há risco de pressão de venda significativa quando os períodos de vesting terminarem. Investidores devem acompanhar de perto o cronograma de desbloqueio de tokens.

Risco Competitivo: O Worldcoin tem o backing de Sam Altman e da OpenAI, recursos significativamente maiores, e já opera em dezenas de países. Se o Worldcoin resolver seus problemas de privacidade e escalabilidade, pode reduzir a vantagem competitiva do Humanity Protocol.

Risco de Adoção: A necessidade de escanear a palma pode ser uma barreira para usuários que têm preocupações com privacidade, mesmo que o processamento seja local. A percepção pública sobre biometria é mista, e convencer bilhões de pessoas a escanear suas palmas é um desafio de marketing e educação enorme.

Risco Técnico: Como L2 baseada em Polygon CDK, o Humanity Protocol herda riscos do ecossistema Polygon. Vulnerabilidades no CDK ou no sistema de provas ZK podem afetar a segurança do protocolo.

10. Perspectivas e Previsões para o Token H em 2026

As perspectivas para o Humanity Protocol e o token H em 2026 são moldadas por uma convergência de fatores macro que favorecem fortemente a narrativa de prova de humanidade:

A Era da IA exige prova de humanidade: Com modelos de IA cada vez mais sofisticados gerando texto, imagens, vídeo e áudio indistinguíveis de criações humanas, a demanda por sistemas que provem humanidade só tende a crescer. O Humanity Protocol está posicionado no centro exato dessa mega-tendência.

Crescimento da base de usuários: Com 9M+ Human IDs já emitidos, o protocolo está em uma trajetória para potencialmente atingir 20-50 milhões de usuários verificados em 2026. Cada novo usuário aumenta o valor da rede para todos os participantes (Lei de Metcalfe).

Expansão da parceria Mastercard: A integração com a Mastercard ainda está em estágios iniciais. A expansão dessa parceria para mais serviços e regiões pode ser um catalisador significativo para adoção e valorização do token.

Regulação como catalisador: Governos ao redor do mundo estão explorando regulamentações que exijam verificação de identidade digital. O Humanity Protocol, com sua abordagem privacy-first, pode se tornar o padrão preferído tanto por reguladores quanto por usuários.

Preço do token: O ATH de US$ 0,39 em outubro de 2025 estabeleceu um teto de referência. Para o token retornar e superar esse nível, o protocolo precisará demonstrar: crescimento contínuo de Human IDs, expansão de integrações, e maturidade do ecossistema dApp. Em um cenário otimista com bull market cripto, o token tem potencial para explorar novos máximos. Em cenário conservador, a consolidação em torno dos níveis atuais seria esperada.

O Humanity Protocol é um dos projetos mais bem posicionados na intersecção de três megatendências: IA, identidade digital e privacidade. Se conseguir manter a execução e expandir parcerias, tem potencial para se tornar uma peça fundamental da infraestrutura Web3.

Nota: Este artigo não constitui conselho financeiro. O benchmark de BTC na data desta publicação é de aproximadamente US$ 83.000. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões de investimento.

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H Vale a Pena Investir? Cenários 2025–2026

Cenário Preço Alvo Tese
🟢 BullishUS$ 0,000528 – US$ 0,000880Adoção acelerada, expansão do ecossistema e catalisadores de mercado favoráveis impulsionam valorização expressiva.
🟡 BaseUS$ 0,000264 – US$ 0,000440Crescimento moderado alinhado ao mercado cripto, com manutenção dos fundamentos e entregas graduais do roadmap.
🔴 BearUS$ 0,00004400 – US$ 0,00008799Contexto macro adverso, atrasos no roadmap ou pressão vendedora prolongada limitam o desempenho do token.

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Perguntas Frequentes (FAQ)

O que é o Humanity Protocol?

O Humanity Protocol é uma blockchain Layer 2 zkEVM construída sobre Polygon CDK que usa biometria da palma da mão combinada com provas zero-knowledge para verificar identidade humana on-chain, sem comprometer a privacidade do usuário.

Como funciona a verificação biométrica do Humanity Protocol?

O usuário escaneia a palma da mão com a câmera do smartphone. Os dados são processados localmente no dispositivo e convertidos em uma prova zero-knowledge que atesta humanidade e unicidade sem revelar dados biométricos ao protocolo.

Qual a diferença entre Humanity Protocol e Worldcoin?

O Humanity Protocol usa palma da mão via smartphone com processamento local (ZK), enquanto o Worldcoin escaneia a íris usando hardware dedicado (Orb). O Humanity Protocol oferece maior privacidade e escalabilidade por não depender de hardware especial.

O que é o Fairdrop do Humanity Protocol?

O Fairdrop é um airdrop exclusivo para humanos verificados. Só pode ser reivindicado por holders de Human IDs, eliminando bots e farming de Sybil. Garante distribuição justa: um humano = uma recompensa.

Qual o supply total do token H?

O supply total é de 10 bilhões de tokens H, distribuídos entre: Community Rewards (30%), Ecosystem (24%), Team/Advisors (~23%) e Investors (~23%). A maioria está reservada para crescimento comunitário.

O Humanity Protocol é seguro para meus dados biométricos?

Sim, o protocolo foi projetado com privacidade como princípio central. Os dados biométricos da palma são processados exclusivamente no dispositivo do usuário e nunca saem do celular. Apenas provas zero-knowledge são submetidas à blockchain.

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O que é o Humanity Protocol?

O Humanity Protocol é uma blockchain Layer 2 zkEVM construída sobre Polygon CDK que usa biometria da palma da mão combinada com provas zero-knowledge para verificar identidade humana on-chain, sem comprometer a privacidade do usuário.

Como funciona a verificação biométrica do Humanity Protocol?

O usuário escaneia a palma da mão com a câmera do smartphone. Os dados são processados localmente e convertidos em uma prova zero-knowledge que atesta humanidade e unicidade sem revelar dados biométricos.

Qual a diferença entre Humanity Protocol e Worldcoin?

O Humanity Protocol usa palma da mão via smartphone com processamento local (ZK), enquanto o Worldcoin escaneia a íris usando hardware dedicado (Orb). O Humanity Protocol oferece maior privacidade e escalabilidade.

O que é o Fairdrop do Humanity Protocol?

O Fairdrop é um airdrop exclusivo para humanos verificados. Só pode ser reivindicado por holders de Human IDs, eliminando bots e farming de Sybil.

Qual o supply total do token H?

O supply total é de 10 bilhões de tokens H, distribuídos entre Community Rewards (30%), Ecosystem (24%), Team/Advisors (~23%) e Investors (~23%).

O Humanity Protocol é seguro para meus dados biométricos?

Sim, os dados biométricos são processados exclusivamente no dispositivo do usuário e nunca saem do celular. Apenas provas zero-knowledge são submetidas à blockchain.

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