Economia Regenerativa: um novo olhar sobre os investimentos

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O padrão de consumo do ser humano está mudando. Hoje, apesar de sabermos a necessidade da tecnologia em nossas vidas, estamos optando por produtos que prezam pela sustentabilidade.  

O tema já faz parte da agenda das organizações que têm investido em estratégias voltadas às pessoas, processos e tecnologias. A ideia aqui é gerar um impacto positivo no meio ambiente e ainda se manter competitivo no mercado. Neste caso, o elemento sustentável é premissa para sucesso. 

Entra em jogo a economia regenerativa – filosofia que se propõe usar as forças econômicas para ajudar a curar os males do planeta. O assunto está em alta, inclusive em projetos blockchain – então se você quer entender melhor sobre esse novo tipo de mercado continue lendo. E já aproveita para procurar outros artigos no blog da Financial Move. 

Vamos começar  falando um pouquinho de tecnologia? 

Reprodução: Portal SóPJ

Se formos considerar que tecnologia é todo e qualquer instrumento que o ser humano construiu, podemos começar lá na idade da pedra lascada ao uso de fogo, na criação da linguagem e do cálculo,  as armas, do calçado individual ao anatômico, ou do computador até a criação de super máquinas para mineração das criptomoedas.

Transmitido pela oralidade, escrita ou apenas pela observação, são produzidas novas tecnologias e seus vínculos. No entanto, nosso fazer e nossa prática foi se aperfeiçoando tanto que criou-se uma tecnologia que não serve mais apenas para seu sentido etimológico (“tecno” + “logos” = estudo da técnica, com as habilidades do fazer e os modos de produzir alguma coisa), mas passa para um sentido de exploração no âmbito das relações sociais determinadas historicamente.

Além disso, criou-se uma lógica de que a natureza pode ser explorada a qualquer custo e de forma crescente. Foi só lá em 1987, que a pauta sustentável entrou em jogo – no Relatório de Brundtland – que dizia que o desenvolvimento sustentável “ deve responder às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de responder às delas”.

Assim, deveríamos nos atentar para uma nova forma de agir/governar, que repouse em 7 princípios: precaução, prevenção, economia e boa gestão, responsabilidade, participação e solidariedade. 

Reprodução: ResarchGate

O movimento é lento, mas nota-se uma mudança no padrão de consumo de alguns grupos. Sabemos que precisamos da tecnologia, mas a necessidade de torná-la sustentável já está sendo pautada como prioridade.

Cria-se o conceito de ‘economia regenerativa’ que segundo a Homa “é um sistema que deseja substituir a lógica linear de exploração de matérias-primas, produção e consumo, por uma lógica circular que se preocupa com o propósito e o processo de busca de matérias-primas, produção, consumo, reutilização, reaproveitamento, reciclagem e descarte final do produto.” 

E adivinhe? 

A preocupação com o tema entra em pauta também nos projetos blockchain! 

A Impacta, por exemplo, é uma empresa desenvolvida para capturar soluções digitais descentralizadas e inovadoras em impactos sociais e ambientais. Elas vão desde redes inteligentes a NFTs de absorção de carbono. 

Foi feita uma seleção dos tokens para ficar de olho – são os mais relevantes entre todos os projetos que foram mapeados (+ de 100!). Todos eles têm um valor de mercado de mais de 20 milhões de dólares e estão operando há mais de 100 dias. 

E por isso decidimos trazer aqui um pouquinho de cada um deles. Bora lá? 

1.Regen Network (REGEN) 

A missão da Regen Network é alinhar a economia com a ecologia para reverter as mudanças climáticas por meio da remoção de carbono a fim de regenerar os ecossistemas.

Sua blockchain – a Regen Ledger – é considerada uma ferramenta coletiva e inovadora que tem o objetivo de reverter as mudanças climáticas do planeta.  É considerado o primeiro livro-razão ecológico governado publicamente pelo mundo. 

A empresa pretende digitalizar os créditos e oferecê-los à venda por meio da sua plataforma blockchain, e é aí que entra sua moeda nativa: REGEN.

2.Celo Foundation (CELO)

De acordo com seu site, a missão da comunidade Celo é construir um sistema financeiro que crie condições para todos prosperarem. A maneira pela qual realizaram essa proposta foi pensar um protocolo que facilitasse a utilização das criptomoedas em celulares.

Sendo assim, a grande ideia é ser um projeto voltado à entrada no universo cripto através das pequenas telas, acessibilizando essa ferramenta para uma parte muito maior de pessoas que não possuem computadores. Esse movimento de finanças através do telefone móvel é chamado de MoFi (Mobile First).

O token CELO segue um modelo Proof-of-Stake (PoS), ou seja, permite que as pessoas deixem seus tokens trancados a fim de fornecer uma liquidez para rede e ganhar mais tokens como recompensa. O token é utilizado para as taxas de transação e governança do projeto. No futuro a intenção da plataforma é a criação e integração de diversas stablecoins, como por exemplo o cREAL, que já está sendo transacionado

3.Moss.Earth (MCO2)

A proposta da Moss Earth foi de tokenizar créditos de carbono, ou seja, pegam projetos prontos de carbono certificados pela Verra* e os registram em blockchain! 

*A nível de curiosidade, a Verra é a plataforma de registro global que garante que os créditos correspondem a menos carbono na atmosfera.

Acessibilizando a compensação de carbono para qualquer indivíduo, logo, 1 token MCO2 = 1 Tonelada de Carbono.

4.Power Ledger (POWR)

A Power Ledger é uma plataforma baseada em blockchain lançada em maio de  2016 com o objetivo de interromper a indústria de energia global, permitindo que áreas locais vendam e distribuam energia solar para os seus vizinhos sem a ajuda de intermediários. 

A empresa usa a tecnologia blockchain para facilitar o comércio de commodities de energia e meio ambiente. Ou seja, ela pretende oferecer soluções de energia que são mais baratas e mais sustentáveis do que as alternativas de energias tradicionais. 

O Power Ledger opera em duas camadas da blockchain e usa duas moedas, o token POWR (é o que permite que os participantes utilizem a plataforma) e o Sparks.

5.Energy Web Token (EWT)

A Energy Web é uma plataforma de código aberto projetada para apoiar o desenvolvimento de aplicativos do setor de energia, construindo um sistema de energia mais rastreável, democratizado e descarbonizado. 

O objetivo é oferecer infraestrutura física para melhorar o uso de energia elétrica e aliviar a dependência do consumo de carbono. A empresa conecta as operadoras da rede, clientes e ativos físicos (como painéis solares, termostatos e veículos elétricos). 

O seu sistema descentralizado é projetado para conectar os participantes do mercado de energia e aumentar a flexibilidade da rede. 

Como base a chave para o funcionamento da rede é o Energy Web Token (EWT), que tem a funcionalidade de compensar os principais operadores da rede e permite que aqueles que o possuem paguem por serviços de aplicativos descentralizados construídos na plataforma. 

6.KlimaDAO (KLIMA)

A Klima DAO é uma organização autônoma e descentralizada que propõe um meio de incentivar que as pessoas comprem créditos de carbono, e sendo assim, fomentam o mercado de créditos e a conservação de florestas.

De acordo com seu site oficial eles facilitam o acesso e demanda para compensação com créditos de carbono, transformando-os em um ativo ainda mais rentável e forçando às companhias a se posicionarem nesse mercado com mais agilidade.

Ainda segundo o site oficial, a KlimaDAO já absorveu uma quantidade de 16.090.710 toneladas de carbono, o equivalente a 80.453 hectares de floresta, 3.497.980 carros e 477.728.133 litros de gasolina.

A proposta é que o seu token KLIMA seja lastreado 1:1 com esses créditos de carbono, criando a possibilidade do usuário deixar seus tokens travados em um protocolo de staking. 

7.Toucan Protocol (BCT)

Toucan tem ganhado bastante visibilidade e sua proposta é parecida com a da Moss, porém o foco deles é tokenizar e integrar os tokens a outros projetos através da chamada “Ponte Toucan”.

Ou seja, seu objetivo é criar um padrão global para medir e rastrear as emissões de carbono de empresas e organizações. Esse padrão ajudará a melhorar o entendimento de quanto as empresas estão emitindo dióxido de carbono e a criar soluções para reduzir essas emissões. 

Esses são alguns dos projetos listados pela Impacta e vale a pena ficar de olho.

Você conhecia algum deles? Qual é o seu preferido? Me conte nos comentários! 

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