A primeira Semana de Moda do metaverso

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De uns anos para cá a moda vem apostando em caminhos que até pouco tempo atrás eram considerados inimagináveis. Em 2021, por exemplo, grande parte das empresas do segmento aderiram tecnologias como ‘machine learning’, realidade aumentada e Inteligência Artificial para proporcionar novas e inigualáveis experiências  aos seus clientes. 

Mas tudo isso é apenas o começo do que está por vir. O assunto do momento é o Metaverso, uma realidade que tem a intenção de misturar diversos elementos digitais com o mundo físico, replicando o real e incentivando a interação virtual. 

Várias empresas já estão correndo para entrar nesse novo universo, e o último acontecimento foi a primeira Metaverse Fashion Week! Se você ficou curioso para saber um pouquinho do que aconteceu durante o evento, se liga no artigo que preparamos para você. 

Fonte: MIT Software. Reprodução: The News

Recapitulando…

Para você que chegou agora e ainda não entendeu a tecnologia por trás do Metaverso, vamos fazer uma breve recapitulação. 

Tudo começou no dia 28/10/21, quando o Facebook revelou sua nova identidade visual e o novo nome da sua ‘companhia-mãe’, agora chamada de Meta. A euforia destacou os planos da empresa de criar o seu próprio metaverso, reforçando o termo como a palavra do momento para executivos de tecnologia que apostam nessa ferramenta como o próximo passo para a criação de aplicações 3D em tempo real.

Deste modo, podemos definir tal tecnologia como: um mundo 3D virtual compartilhado, ou mundos que são interativos e colaborativos. Assim como o universo físico é uma coleção de mundos conectados no espaço, o metaverso também pode ser considerado um aglomerado de mundos. 

Apesar da ideia ainda um pouco abstrata, a intenção é que o conceito se torne uma plataforma que não está vinculada a nenhuma aplicação ou lugar único, digital ou real. É como se fosse criada outra realidade e outro mundo que podem ser tão ricos quanto o mundo real. 

Ainda não temos um criador único ou uma definição universal, mas acreditamos que pode ser – vagamente – definido como uma realidade digital, relacionada à World Wide Web (em português: rede de alcance mundial), mas com elementos de redes sociais, realidade aumentada, games online e criptomoedas que permitem aos usuários agir e interagir virtualmente. 

O termo metaverso não é algo novo, ele surgiu na década de 1980 da literatura cyberpunk, com o livro ‘Snow Crash’, onde dois entregadores de pizza viajam pelo metaverso para se salvar de uma distopia capitalista. Temos também alguns filmes de ficção que abordam o tema, como o “Jogador nº1” de 2018. 

Tecnicamente o metaverso não é algo real, mas busca passar uma sensação de realidade, e possui toda uma estrutura no mundo real para isso.

Até o momento, os principais metaversos que existem são das plataformas: Decentraland, The Sandbox, Axie Infinity e Enjin Coin. 

E bom, o meta já está ganhando um bom espaço no mundo da moda, permitindo que as pessoas vivam experiências inimagináveis, por meio de avatares, roupas digitais, ambientes virtuais e claro, os NFTs. 

O mais recente evento que podemos trazer de exemplo é a Primeira Semana de Moda no Metaverso, que aconteceu entre os dias 24 e 27 de março de 2022. 

Os quatro dias de evento foram marcados por desfiles, showrooms, lojas, palestras e outros eventos virtuais. Grifes como Dolce & Gabbana  Burberry, Hugo Boss, Balenciaga, Paco Rabanne e Tommy Hilfiger fizeram parte do line-up.

Mais de 108 mil (!!) pessoas estavam presentes por meio da plataforma Decentraland – como dissemos, plataforma pioneira entre os usuários do metaverso com interação em blockchain. 

A blockchain aqui se torna essencial para garantir a autenticidade do meio digital – o que a diferencia de jogos como Fortnite, por exemplo. 

O jogo Decentraland é uma plataforma 3D administrada por uma Organização Autônoma Descentralizada (DAO), ou seja, por um grupo de usuários e não uma empresa. Nela, o espaço virtual é dividido em 90 mil ‘lands’ – equivalente a terrenos (representados por NFTs)  onde os donos podem construir o que quiserem e até monetizar esses espaços/experiências. 

Para a semana de moda, alguma dessas ‘terras’ foram selecionadas para a construção de lojas e pavilhões onde se concentraram as apresentações de 60 marcas, artistas e designers. 

O evento aconteceu no Fashion District  (Distrito da moda, em inglês) e um dos lotes mais caros da plataforma. A maioria dos participantes optou por expor suas criações em galerias. Inspirado na Avenue Montaigne, de Paris, o novo distrito comercial (vendido por cerca de 13 milhões de reais) acolheu as lojas da Dolce & Gabbana, Elie Saab, Imitation of Christ, Guo Pei e a joalheria Jacob & Co. Cada marca pode mostrar seus produtos de forma diferente.

Elie Saab organizou seu espaço como um museu para exibir a versão virtual da sua coleção de verão de 2022. Já a Dolce & Gabbana realizou um desfile de 20 looks feitos digitalmente para serem leiloados como NFT – apostando em criações bem mais fantasiosas.

Fonte: Uol. Foto: Desfile Dolce & Gabana

Outras marcas como Etro, Vogu & Hype e Dundas optaram por apresentar peças mais simples e próximas do que se encontra em desfiles e lojas físicas – bem diferente dos looks da plateia, que contavam com excentricidade. 

Vale destacar que o evento era gratuito e aberto para quem quisesse participar. Bastava entrar na plataforma e ousar na criatividade do seu avatar. 

Fonte: Second Life. Foto: looks Vogue.

A Decentraland afirmou em um anúncio: “procuramos apresentar a moda de todas as formas possíveis, de desfiles a experiência de varejo, moda apresentada como arte, filmes, fotografias, e até moda apresentada de maneiras que se estendem além dos limites da realidade – no metaverso, tudo é possível”. Uau, né? 

E se alguém se perguntou se dava para comprar alguma dessas peças, a resposta é sim – e dá para vestir tanto no virtual como na vida real.  A Tommy Hilfiger, por exemplo, em parceria com a empresa de tecnologia Boson Protocol, apresentou sua coleção de verão 2022 em formato digital.  Quem quisesse comprar alguma peça podia optar por tê-la apenas virtualmente ou receber um modelo real em casa – tudo pelo próprio site da marca. 

Já outras etiquetas optaram por vender suas criações diretamente ao usuário por meio da criptomoeda usada na plataforma, o ETH. 

As peças que fazem parte do figurino dos avatares podem ser utilizados em outros universos do metaverso (não só na Decentraland) pois ficam registrados e guardados na carteira digital. E com essa NFT na carteira, o usuário tem um certificado de propriedade que permite que ele venda a peça. 

E por que será que tudo isso é tão relevante? A tecnologia do metaverso parece estar criando outro universo. E na corrida para conquistá-lo, grandes marcas já estão saindo do comodismo e participando de uma corrida. 

E você, ficou com vontade de participar desse evento? Me conte aqui nos comentários. 

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